papa-livros

Bem-vindos!
"papa-livros", título proposto pelos alunos do 9º ano (2007/08), é o "blogue" da BE/CRE da Escola Secundária de Sampaio.
Está aberto à participação de todos (alunos, professores, funcionários e pais/encarregados de educação).
Se quiseres participar, envia o teu texto/imagens para papalivros0@gmail.com

sábado, 29 de janeiro de 2011

Internet, TIC, Google & etc

A propósito da era digital, sugerimos a leitura dos artigos de Nicholas G. Carr em http://www.nicholasgcarr.com/articlesmt/writing.shtml e ainda do "dossier" publicado no suplemento Babelia do jornal El País http://www.elpais.com/suple/babelia/.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Exposição "Sophia" na Biblioteca Nacional

Exposição, organizada por Teresa Amado e Paula Morão, de 26 de Janeiro a 30 de Abril, na Biblioteca Nacional. Entrada livre.

Constituída por "manuscritos de correspondência entre Sophia e família ou amigos, de poesia e de prosa, em cadernos e em folhas soltas, onde há textos rescritos, versões acabadas e outras de trabalho em curso ou simplesmente começadas; há também impressos, vários dos quais com emendas autógrafas, e fotografias.
Além destes documentos, indicativos da diversidade e da qualidade do espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen, a exposição contém outros conjuntos de objectos que os complementam. Por um lado, primeiras edições e uma escolha de edições ilustradas. Por outro, peças de artistas plásticos e de fotógrafos oferecidas a Sophia pelos seus autores e que em muitos casos ilustraram edições de livros seus. E, finalmente, insígnias recebidas por Sophia em sinal do reconhecimento público que por diversas vezes lhe foi testemunhado e que fica a fazer parte da sua história." (in http://www.bnportugal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=580%3Aexposicao-sophia-de-mello-breyner-andresen-uma-vida-de-poeta-26-jan-30-abr&catid=157%3A2011&Itemid=624&lang=pt)

"O sonho"

Picasso, "O sonho"
O sonho
É a viagem da alma
Que oscila nas ondas
Do mar da calma
O sonho pertence-nos
A nós e a mais ninguém
Consegue ir ao mais profundo sentimento
Que temos por outrém
O sonho é incerto
Inexplicavelmente perfeito
É um pensamento complexo
Ao qual ninguém chegará perto
O sonho é a ilusão
O ponto luminoso
Que toma conta da escuridão
É o inconsciente do consciente
O pensamento morto do cérebro adormecido
O transporte para o desconhecido
Que nos leva a crer no irreal
Da existência do inexistente
Mas, ao voltarmos ao presente,
É sonho, o real.
Catarina Carvalho, 10º B

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Concurso Nacional de Leitura - Alunos vencedores 1º fase


ALUNOS VENCEDORES
Ensino Básico
Catarina Alves, 9º B (105 pontos)
Carolina Alves Correia, 7º C (98 pontos)
Simone Rodrigues, 9º C (97 pontos)

Ensino Secundário
Inês Forra, 10º A (85 pontos)
Vera Rodrigues, 10º E (83 pontos)

Nota: não se tendo verificado qualidade suficiente nas restantes provas prestadas, o júri decidiu atribuir apenas dois prémios no Ensino Secundário.

O prémio (cheque-FNAC, no valor de 30 euros) será entregue pelo(a) professor(a) de Português até ao final do mês de Janeiro.
Os alunos seleccionados participarão na final distrital (em data e local a anunciar).

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Filme do Desassossego em Sesimbra


No Cine-Teatro João Mota, dia 15 de Janeiro, 21h30min. Não percas!

Não há reservas, mas os bilhetes já estão à venda e podem ser comprados no horário normal da bilheteira.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Concurso Nacional de Leitura (1ª fase)

As provas da 1ª fase do Concurso Nacional de Leitura realizar-se-ão no dia 13 de Janeiro, pelas 14h, em sala a anunciar.
As listas dos alunos concorrentes, com a indicação do livro escolhido e da sala, serão afixadas em breve na vitrina do pavilhão D (ao lado esquerdo da entrada da sala de professores).
Fica atento(a)!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Postais e cartazes de Natal (10º PM e 10º PI)


Sob a orientação da professora Elsa Oliveira, eis os cartazes e postais de Natal dos alunos do 10º PM e do 10º PI, que se inspiraram nos versos de poetas portugueses.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Feliz Natal

A equipa da BE da Escola Secundária de Sampaio deseja a todos os utilizadores e a todos os leitores deste blogue um Feliz Natal e um Bom Ano Novo.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Imagens da terra e do mar

Para todos aqueles que gostam e gostariam de conhecer os fundos do mar e o planeta em que nascemos e vivemos, sugerimos a consulta deste sítio: http://petitesbullesdailleurs.fr/ (em francês).

sábado, 11 de dezembro de 2010

"O boneco de neve"

A história foi recentemente publicada pela Caminho. Trata-se de um conto de Natal sem palavras da autoria de Raymond Briggs.
Existe um filme de animação realizado por Dianne Jackson (1982) que pode ser visto em:

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Revista Pessoa "online"

Trata-se de uma nova revista e está disponível "online". Basta seguir este "link" http://online.revistapessoa.com/ e, já agora, este também http://revistapessoa.com/.
Textos de Ondjaki, José Eduardo Agualusa e Gonçalo M. Tavares, entre muitos outros.
(Sugestão do professor Luís Santos)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

1 de Dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Sida

O conteúdo do clip abaixo pode ferir susceptibilidades.

Sabias que, no mundo, existem 2,6 milhões de pessoas infectadas com o vírus HIV?

Não sejas o(a) próximo(a)! Evita comportamentos de risco!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

75º aniversário da morte de Fernando Pessoa

Leve, breve, suave

Leve, breve, suave,
Um canto de ave
Sobe no ar com que principia
O dia.
Escuto, e passou...
Parece que foi só porque escutei
Que parou.

Nunca, nunca, em nada,
Raie a madrugada,
Ou esplenda o dia, ou doire no declive,
Tive
Prazer a durar
Mais do que o nada, a perda, antes de eu o ir
Gozar.

A criança que fui chora na estrada
I
A criança que fui chora na estrada.
Deixei-a ali quando vim ser quem sou;
Mas hoje, vendo que o que sou é nada,
Quero ir buscar quem fui onde ficou.

Ah, como hei-de encontrá-lo? Quem errou
A vinda tem a regressão errada.
Já não sei de onde vim nem onde estou.
De o não saber, minha alma está parada.

Se ao menos atingir neste lugar
Um alto monte, de onde possa enfim
O que esqueci, olhando-o, relembrar,

Na ausência, ao menos, saberei de mim,
E, ao ver-me tal qual fui ao longe, achar
Em mim um pouco de quando era assim.

II

Dia a dia mudamos para quem
Amanhã não veremos. Hora a hora
Nosso diverso e sucessivo alguém
Desce uma vasta escadaria agora.

E uma multidão que desce, sem
Que um saiba de outros. Vejo-os meus e fora.
Ah, que horrorosa semelhança têm!
São um múltiplo mesmo que se ignora.

Olho-os. Nenhum sou eu, a todos sendo.
E a multidão engrossa, alheia a ver-me,
Sem que eu perceba de onde vai crescendo.
Sinto-os a todos dentro em mim mover-me,
E, inúmero, prolixo, vou descendo
Até passar por todos e perder-me.
Fernando Pessoa (poesia ortónima)